Brasília, 04/07/08 - Após a divulgação, na quarta-feira, dos recursos do Plano Agrícola e Pecuário 2008-2009 destinado à agricultura empresarial, o governo lançou, nesta quinta-feira (3), o Plano Safra Mais Alimentos, para a agricultura familiar, com a pretensão de produzir 18 milhões de toneladas nos próximos três anos.
Segundo o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, a crise de alimentos "não pode ser encarada pelo Brasil como um problema e sim como uma oportunidade". Com esse espírito o governo liberou R$ 13 bilhões para financiamento da próxima safra pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). As linhas de crédito foram simplificadas e os juros reduzidos.
Além disso, quase metade dos recursos liberados hoje (R$ 6 bilhões) será destinada à compra de máquinas e implementos agrícolas. Foram fechados acordos com a Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e a Associação Brasileira da Industría de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) para reduzir em até 15% o preço de tratores e demais implementos agrícolas comprados com recursos do Plano Safra. Espera-se que sejam comercializados 60 mil tratores e 300 mil máquinas e implementos em até dois anos. O plano prevê também a ampliação de assistência técnica e extensão rural. Os recursos para a Assistência Técnica e Expansão Rural (Ater) passam dos R$ 168 milhões, disponíveis na safra passada para R$ 397 milhões este ano.O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) espera ampliar de 20 para 30 mil o número de técnicos em extensão rural.O Programa Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF) aumentou o número de culturas incluídas que passou de 11 para 15 produtos, entre eles estão a pimenta-do-reino, trigo, cebola e mandioca. Ainda foram elevados os preços mínimos do trigo, arroz, feijão, milho, mandioca e leite. O programa incentiva o pequeno produtor que pode vender seu produto com a grarantia de receber, pelo menos, os preços estabelecidos pelo governo. (João Porto/Capadr)
Segundo o Presidente Luis Inácio Lula da Silva, a crise de alimentos "não pode ser encarada pelo Brasil como um problema e sim como uma oportunidade". Com esse espírito o governo liberou R$ 13 bilhões para financiamento da próxima safra pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). As linhas de crédito foram simplificadas e os juros reduzidos.
Além disso, quase metade dos recursos liberados hoje (R$ 6 bilhões) será destinada à compra de máquinas e implementos agrícolas. Foram fechados acordos com a Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e a Associação Brasileira da Industría de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) para reduzir em até 15% o preço de tratores e demais implementos agrícolas comprados com recursos do Plano Safra. Espera-se que sejam comercializados 60 mil tratores e 300 mil máquinas e implementos em até dois anos. O plano prevê também a ampliação de assistência técnica e extensão rural. Os recursos para a Assistência Técnica e Expansão Rural (Ater) passam dos R$ 168 milhões, disponíveis na safra passada para R$ 397 milhões este ano.O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) espera ampliar de 20 para 30 mil o número de técnicos em extensão rural.O Programa Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF) aumentou o número de culturas incluídas que passou de 11 para 15 produtos, entre eles estão a pimenta-do-reino, trigo, cebola e mandioca. Ainda foram elevados os preços mínimos do trigo, arroz, feijão, milho, mandioca e leite. O programa incentiva o pequeno produtor que pode vender seu produto com a grarantia de receber, pelo menos, os preços estabelecidos pelo governo. (João Porto/Capadr)
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