As alterações aprovadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no Plano Geral de Metas e Universalização das Telecomunicações (PGMU) geram discussões na Comissão de Agricultura da Câmara Federal (Capadr). A deputada Jusmari Oliveira (PR/BA) quer saber detalhes das mudanças feitas e encontrar meios para garantir o acesso a telefones públicos aos excluídos do Sistema de Comunicação Brasileiro.
Para Jusmari, é impossível falar em desenvolvimento e inclusão social enquanto moradores de pequenas comunidades, que já convivem com carências como estradas e transportes regulares, não tiveram sequer um terminal telefônico. “É inadmissível, nos dias atuais, pessoas acometidas de doenças serem carregadas na rede por dezenas de quilômetros, até chegar ao socorro. É comum vermos pessoas andando quilômetros, no sábado, para chegarem ao centro urbano apenas para 'ligar' para o filho, o marido, o pai, que migrou para a capital a procura de trabalho”, alerta.
A parlamentar afirma que é importante a preocupação da Anatel em melhorar a qualidade de quem já tem acesso a alguma estrutura telefônica, mas a prioridade deve ser daqueles que não têm nada. “Não existe uma comunidade que ao discutir conosco as suas prioridades, não coloque o telefone público como o número um”, ressalta.
A Capadr vai discutir o assunto em audiência pública nesta terça-feira, 02, às 14h30, no plenário 6. Devem comparecer ao debate representantes da Anatel, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
Para Jusmari, é impossível falar em desenvolvimento e inclusão social enquanto moradores de pequenas comunidades, que já convivem com carências como estradas e transportes regulares, não tiveram sequer um terminal telefônico. “É inadmissível, nos dias atuais, pessoas acometidas de doenças serem carregadas na rede por dezenas de quilômetros, até chegar ao socorro. É comum vermos pessoas andando quilômetros, no sábado, para chegarem ao centro urbano apenas para 'ligar' para o filho, o marido, o pai, que migrou para a capital a procura de trabalho”, alerta.
A parlamentar afirma que é importante a preocupação da Anatel em melhorar a qualidade de quem já tem acesso a alguma estrutura telefônica, mas a prioridade deve ser daqueles que não têm nada. “Não existe uma comunidade que ao discutir conosco as suas prioridades, não coloque o telefone público como o número um”, ressalta.
A Capadr vai discutir o assunto em audiência pública nesta terça-feira, 02, às 14h30, no plenário 6. Devem comparecer ao debate representantes da Anatel, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
(Texto: Rafael Walendorff/ Edição: Guida Gorga/ Capadr)
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