A possibilidade de restrição do uso da Sulfluramida, substância utilizada na fabricação de iscas formicidas, preocupa a bancada ruralista da Câmara dos Deputados. A reunião da Conferência das Partes (COP 4) da Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, que será realizada em maio na Suíça, pode determinar a inclusão do produto na lista daqueles que são proibidos ou têm uso limitado na agricultura. Os deputados da Comissão de Agricultura querem saber quê posicionamento o Governo brasileiro vai apresentar sobre o assunto.
O controle de formigas "cortadeiras", como saúvas e quenquéns, é fundamental para o bom desempenho da agricultura nacional. Segundo o deputado Moacir Micheletto (PMDB/PR), o prejuízo anual do Brasil pelo ataque da praga é na ordem de U$ 6,7 bilhões em madeira, numa área de plantações florestais que soma 5,5 milhões de hectares. Micheletto afirma que os prejuízos causados pela atuação das formigas poderão comprometer também a produção da soja brasileira, que hoje representa 22% da produção mundial, e de outras culturas como milho e frutas. "As pastagens também podem ser danificadas, o que vai comprometer a produção de carnes e a exportação nacional. A agricultura e o agronegócio não podem correr o risco de serem afetadas por essa praga", ressalta.
O parlamentar paranaense solicitou a realização de audiência pública para conhecer os argumentos do governo brasileiro para defender a utilização do agrotóxico. Os ministros Reinhold Stephanes, da Agricultura, Celso Amorim, das Relações Exteriores, Carlos Minc, do Meio Ambiente, e Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário, foram convidados para a audiência. Além deles, representantes de diversas associações de produtores e de entidades ligadas ao tema devem comparecer.
O encontro está marcado para esta terça-feira, 14, às 14h30, no plenário 6 do Anexo II.
O controle de formigas "cortadeiras", como saúvas e quenquéns, é fundamental para o bom desempenho da agricultura nacional. Segundo o deputado Moacir Micheletto (PMDB/PR), o prejuízo anual do Brasil pelo ataque da praga é na ordem de U$ 6,7 bilhões em madeira, numa área de plantações florestais que soma 5,5 milhões de hectares. Micheletto afirma que os prejuízos causados pela atuação das formigas poderão comprometer também a produção da soja brasileira, que hoje representa 22% da produção mundial, e de outras culturas como milho e frutas. "As pastagens também podem ser danificadas, o que vai comprometer a produção de carnes e a exportação nacional. A agricultura e o agronegócio não podem correr o risco de serem afetadas por essa praga", ressalta.
O parlamentar paranaense solicitou a realização de audiência pública para conhecer os argumentos do governo brasileiro para defender a utilização do agrotóxico. Os ministros Reinhold Stephanes, da Agricultura, Celso Amorim, das Relações Exteriores, Carlos Minc, do Meio Ambiente, e Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário, foram convidados para a audiência. Além deles, representantes de diversas associações de produtores e de entidades ligadas ao tema devem comparecer.
O encontro está marcado para esta terça-feira, 14, às 14h30, no plenário 6 do Anexo II.
Nenhum comentário:
Postar um comentário