O coordenador político da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), participa amanhã (31) dos debates sobre a crise econômico-financeira internacional e sua repercussão no agronegócio brasileiro. O ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e atual professor da Universidade de São Paulo, Guilherme Dias fará a palestra de abertura da primeira audiência pública promovida pela Comissão Especial destinada a analisar os efeitos da crise sobre a economia brasileira e seus reflexos na agricultura. A reunião será no plenário 12 do Anexo II, a partir das 14h30. O presidente da Câmara Federal, Michel temer, quer que as cinco comissões especiais – indústria, comércio, agricultura, serviços e emprego – apresentem soluções em no máximo 50 dias.
Em sua palestra, Guilherme Dias vai defender a “formalização” do setor agropecuário, ou seja, a transformação do produtor em pessoa jurídica. Segundo ele, “temos um sistema de financiamento da agricultura mal organizado, primitivo, desarticulado. Na formalização cria-se um mecanismo muito mais realista. Se, num momento de contração no volume do crédito, em que o mundo dá uma parada, você faz uma reforma que seja vista por todos como uma tremenda de uma melhoria na estrutura, nosso saldo final pode ser melhor que o esperado. Com o apoio do governo a essa proposta, a situação pode mudar”. Considerado guru da agropecuária, Dias explica que se for implementada uma espécie de Simples Rural, que organize essa relação de crédito e débito, e também as contas fiscais, pode-se colher em 2010 algum benefício, e a consolidação viria em dois ou três anos.
Assessoria de Imprensa (61) 3215.3478 - josematos@camara.gov.br
carla.carvalho@camara.gov.br - www.moacirmicheletto.com.br
Em sua palestra, Guilherme Dias vai defender a “formalização” do setor agropecuário, ou seja, a transformação do produtor em pessoa jurídica. Segundo ele, “temos um sistema de financiamento da agricultura mal organizado, primitivo, desarticulado. Na formalização cria-se um mecanismo muito mais realista. Se, num momento de contração no volume do crédito, em que o mundo dá uma parada, você faz uma reforma que seja vista por todos como uma tremenda de uma melhoria na estrutura, nosso saldo final pode ser melhor que o esperado. Com o apoio do governo a essa proposta, a situação pode mudar”. Considerado guru da agropecuária, Dias explica que se for implementada uma espécie de Simples Rural, que organize essa relação de crédito e débito, e também as contas fiscais, pode-se colher em 2010 algum benefício, e a consolidação viria em dois ou três anos.
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