27/5/2009 - Citando dados da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), o deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), criticou hoje, no plenário da Câmara dos Deputados, a postura da ONG SOS Mata Atlântica que divulgou Santa Catarina como o segundo colocado no país em desmatamento do bioma mata atlântica.
Segundo Colatto, verdadeiros são os dados do mapeamento de ocupação da terra divulgados pela Fatma, em dezembro do ano passado, que revelam 41,4% do território catarinense ocupados por vegetação nativa, formada por florestas primárias ou em regeneração média e avançada. “Os dados contradizem o que a ong SOS Mata Atlântica anuncia de forma catastrófica, de que Santa Catarina teria apenas 22,43% de floresta preservada”, completou o parlamentar.
O equívoco, afirmou o parlamentar está na diferença substancial da metodologia utilizada nas duas pesquisas. “A principal explicação para resultados tão diferentes é o número mínimo de hectares das áreas investigadas”, avaliou. Para o deputado, “enquanto a ong considerou propriedades com pelo menos cinco hectares, a Fatma analisou terras com 2,5 hectares”.
Confiante na metodologia da Fatma, principalmente na tecnologia aplicada para estudos de imagens via satélite, Colatto reforça os números da Fatma que apontam o Estado com 89% de seu território coberto por pequenas propriedades, de até 20 hectares e muitas áreas com menos de cinco hectares. Santa Catarina conta com 31,17% de campos naturais e pastagens, 16,05% de agricultura e 7,27% de reflorestamento. O restante, segundo a Fatma, é dividido entre área urbanizada, corpos d’água, várzeas e restingas, floresta em estágio inicial, solo exposto, mineração e mangue. “Se somarmos a área de floresta com a de campos e pastagens dá mais de 70% do território do Estado”, ressalta.
Para Colatto, não há motivos para alardes. “Precisamos continuar conciliando a produção de alimentos com a preservação do meio ambiente, como temos feito há centenas de anos”, encerrou o parlamentar em seu discurso na data em que se comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica reforçando ainda que os catarinenses já mostraram que são capazes de produzir alimentos com responsabilidade ambiental.
Segundo Colatto, verdadeiros são os dados do mapeamento de ocupação da terra divulgados pela Fatma, em dezembro do ano passado, que revelam 41,4% do território catarinense ocupados por vegetação nativa, formada por florestas primárias ou em regeneração média e avançada. “Os dados contradizem o que a ong SOS Mata Atlântica anuncia de forma catastrófica, de que Santa Catarina teria apenas 22,43% de floresta preservada”, completou o parlamentar.
O equívoco, afirmou o parlamentar está na diferença substancial da metodologia utilizada nas duas pesquisas. “A principal explicação para resultados tão diferentes é o número mínimo de hectares das áreas investigadas”, avaliou. Para o deputado, “enquanto a ong considerou propriedades com pelo menos cinco hectares, a Fatma analisou terras com 2,5 hectares”.
Confiante na metodologia da Fatma, principalmente na tecnologia aplicada para estudos de imagens via satélite, Colatto reforça os números da Fatma que apontam o Estado com 89% de seu território coberto por pequenas propriedades, de até 20 hectares e muitas áreas com menos de cinco hectares. Santa Catarina conta com 31,17% de campos naturais e pastagens, 16,05% de agricultura e 7,27% de reflorestamento. O restante, segundo a Fatma, é dividido entre área urbanizada, corpos d’água, várzeas e restingas, floresta em estágio inicial, solo exposto, mineração e mangue. “Se somarmos a área de floresta com a de campos e pastagens dá mais de 70% do território do Estado”, ressalta.
Para Colatto, não há motivos para alardes. “Precisamos continuar conciliando a produção de alimentos com a preservação do meio ambiente, como temos feito há centenas de anos”, encerrou o parlamentar em seu discurso na data em que se comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica reforçando ainda que os catarinenses já mostraram que são capazes de produzir alimentos com responsabilidade ambiental.
Assessoria de Imprensa – Deputado Federal Valdir Colatto (PMDB/SC)
Brasília (61) 3215.3610 e 8460.0532 – Vinícius Tavares
Chapecó (49) 3328.1516 e 9121.9200 – Veruska Tasca
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