Brasília, 02/06/2010 - A aprovação do padrão mínimo de qualidade para o café vendido no mercado interno foi comemorada pelo deputado mineiro, Silas Brasileiro. O parlamentar comentou durante reunião da Comissão de Agricultura, que a publicação do regulamento técnico do café é um avanço para o mercado com benefícios diretos aos consumidores. As empresas que venderem café com impurezas e fora dos padrões determinados pelo Ministério da Agricultura serão multadas e terão a mercadoria recolhida por fiscais.
Silas Brasileiro destacou o papel da Comissão na apreciação e aprovação do regulamento. “Quando vemos presidências interessadas em dar celeridade à apreciação dos projetos como o presidente Abelardo Lupion, sentimos a importância da Comissão de Agricultura em vir, discutir e apreciar os projetos para que não tenhamos quinze anos de espera com um prejuízo enorme para os produtores”.
Perda significativa
Segundo Silas, o Brasil consome hoje 17 milhões de sacas de café por ano, mas 2 milhões são de elementos estranhos (palha de café, triguilho, entre outros). “A partir de agora, não teremos mais cevada no café, teremos exclusivamente café. Isso significa um aumento de consumo interno da ordem de 13%. Isso é extraordinário para o produtor. Se colocarmos esses números ao longo destes quinze anos daria 30 milhões de sacos de café consumidos a mais, veja a lucratividade que o produtor poderia ter tido”, finalizou.
Alexandre Costa Assessor de Comunicação Deputado Federal Silas Brasileiro
(61) 3215-5629
“Estávamos trabalhando neste projeto há quinze anos para conseguir que esta norma entrasse em vigor. O brasileiro, a partir de fevereiro do ano que vem, vai tomar um café de qualidade. Não teremos mais elementos estranhos ao café. Isso, para nós, é uma das maiores conquistas porque tomar café pelo prazer de degustar uma boa xícara é algo diferente do que beber pelo costume, pelo vício”, avaliou o parlamentar.
Silas Brasileiro destacou o papel da Comissão na apreciação e aprovação do regulamento. “Quando vemos presidências interessadas em dar celeridade à apreciação dos projetos como o presidente Abelardo Lupion, sentimos a importância da Comissão de Agricultura em vir, discutir e apreciar os projetos para que não tenhamos quinze anos de espera com um prejuízo enorme para os produtores”.
Perda significativa
Segundo Silas, o Brasil consome hoje 17 milhões de sacas de café por ano, mas 2 milhões são de elementos estranhos (palha de café, triguilho, entre outros). “A partir de agora, não teremos mais cevada no café, teremos exclusivamente café. Isso significa um aumento de consumo interno da ordem de 13%. Isso é extraordinário para o produtor. Se colocarmos esses números ao longo destes quinze anos daria 30 milhões de sacos de café consumidos a mais, veja a lucratividade que o produtor poderia ter tido”, finalizou.
Alexandre Costa Assessor de Comunicação Deputado Federal Silas Brasileiro
(61) 3215-5629
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