Brasília, 16/07/08 - O deputado federal licenciado, Homero Pereira (PR-MT), disse que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) pode prestar melhor serviço à sociedade se apontasse quanto do desmatamento é irregular, pois na região amazônica, 20% de uma propriedade pode ser utilizada economicamente, ou seja pode ser explorada para qualquer atividade.
“Dos quilômetros divulgados de devastação da cobertura florestal muitos foram dentro da legalidade. Na Amazônia pode sim ter atividades econômicas nos limites da legislação. Não podemos aceitar apenas divulgação de números sem uma análise a cerca deles”, ponderou o parlamentar.
Conforme a verificação do sistema Deter, em maio foram desmatados 1.096 km2 ante aos 1.123 km2 de abril. Em Mato Grosso, líder do ranking, foram 646 km², 19% menor que o mês anterior.
Em audiência ocorrida hoje na Comissão do Meio Ambiente, da Câmara dos Deputados, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse concordar que somente a repressão não resolve o problema do desmatamento.
“Temos consciência que só repressão não segura a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal, estamos trabalhando com fiscalização e buscando incentivos à produção sustentável para assegurar sobrevivências das famílias que vivem na floresta com dignidade e não predatória. Estamos ampliando os acordos e diminuindo burocracia nos licenciamentos ambientais, vamos disponibilizar crédito barato para reflorestar e para quem não desmatar”, disse.
Durante a audiência, os parlamentares da bancada ruralistas criticaram as ações implementadas pelo Ministério do Meio Ambiente e Polícia Federal na Amazônia. Alguns atacaram o ministro dizendo que os trabalhadores rurais não são como os bandidos dos morros do Rio de Janeiro.
Minc informou que conversou com a Polícia Federal e o Ibama para terem foco nas operações evitando que inocentes fossem atingidos. “O interesse é regularizar e não criminalizar um setor. Demonizar um segmento fortalece o malfeitor”, comentou.
O ministro informou ainda que o Governo poderá contribuir com o georeferenciamento das famílias rurais, caso haja o interesse coletivo, de modo a reduzir o custo do serviço. “O governo poderia subsidiar 30% do valor reduzido com o trabalho de GPS em conjunto”, afirmou Carlos Minc. A audiência durou cerca de quatro horas.
“Dos quilômetros divulgados de devastação da cobertura florestal muitos foram dentro da legalidade. Na Amazônia pode sim ter atividades econômicas nos limites da legislação. Não podemos aceitar apenas divulgação de números sem uma análise a cerca deles”, ponderou o parlamentar.
Conforme a verificação do sistema Deter, em maio foram desmatados 1.096 km2 ante aos 1.123 km2 de abril. Em Mato Grosso, líder do ranking, foram 646 km², 19% menor que o mês anterior.
Em audiência ocorrida hoje na Comissão do Meio Ambiente, da Câmara dos Deputados, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse concordar que somente a repressão não resolve o problema do desmatamento.
“Temos consciência que só repressão não segura a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal, estamos trabalhando com fiscalização e buscando incentivos à produção sustentável para assegurar sobrevivências das famílias que vivem na floresta com dignidade e não predatória. Estamos ampliando os acordos e diminuindo burocracia nos licenciamentos ambientais, vamos disponibilizar crédito barato para reflorestar e para quem não desmatar”, disse.
Durante a audiência, os parlamentares da bancada ruralistas criticaram as ações implementadas pelo Ministério do Meio Ambiente e Polícia Federal na Amazônia. Alguns atacaram o ministro dizendo que os trabalhadores rurais não são como os bandidos dos morros do Rio de Janeiro.
Minc informou que conversou com a Polícia Federal e o Ibama para terem foco nas operações evitando que inocentes fossem atingidos. “O interesse é regularizar e não criminalizar um setor. Demonizar um segmento fortalece o malfeitor”, comentou.
O ministro informou ainda que o Governo poderá contribuir com o georeferenciamento das famílias rurais, caso haja o interesse coletivo, de modo a reduzir o custo do serviço. “O governo poderia subsidiar 30% do valor reduzido com o trabalho de GPS em conjunto”, afirmou Carlos Minc. A audiência durou cerca de quatro horas.
Assessoria de Imprensa - Joana Dantas (61) 9177-4097(61) 3215-1960
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