Brasília, 1º de abril de 2009 - Ao presidir nesta quarta-feira (1), a segunda audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados para discutir os efeitos da crise na agricultura, o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), 1º vice-presidente do colegiado, defendeu a criação de um comitê permanente de acompanhamento da crise financeira internacional. Segundo ele, representantes do executivo, legislativo e iniciativa privada devem se unir para discutir permanentemente às medidas de enfrentamento da recessão global.
Durante a reunião, que contou com a palestra do economista do BNDES, José Roberto Afonso, o parlamentar gaúcho também criticou a atitude do governo de facilitar empréstimo às empresas públicas e dificultar o acesso do setor produtivo ao crédito. “Se o governo emprestasse aos segmentos do agronegócio, como a avicultura e suinocultura, metade dos R$ 5,6 bilhões que foram concedidos a Petrobrás nos últimos meses, com certeza o cenário seria diferente”, enfatizou Heinze.
Além disso, o deputado sustentou que duas medidas governamentais precisam ser tomadas de imediato para garantir o fluxo das empresas. Na opinião dele, o Planalto deve aumentar o compulsório dos bancos e permitir que o crédito de impostos, como PIS, Cofins e ICMS, possam ser utilizados para capital de giro. Outro ponto criticado por Heinze foram às altas taxas de juros. “Mesmo com a redução da Selic continua humanamente impossível alguém tomar crédito no Brasil”, evidenciou.
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