Brasília, 28/05/09 - O senador democrata Gilberto Goellner, de Mato Grosso, disse hoje que o Ministro Carlos Minc reagiu com uma “postura antidemocrática” frente à proposta do Poder Legislativo, que tem essa atribuição, de discutir e elaborar um novo código ambiental. Minc chamou os parlamentares que representam o setor agropecuário de “vigaristas”, em evento da Contag.
Para o senador, o ministro “deixa de ser interlocutor para as questões ambientais” entre o governo e o setor produtivo, que é representado pela bancada. “Neste momento, o presidente Lula deve adotar medidas urgentes e organizar uma articulação política competente sobre a modernização do Código Ambiental. Não estamos tratando do assunto com irresponsabilidade. O modelo de código ambiental que a Frente Parlamentar de Apoio à Agropecuária está propondo tem bases técnicas e científicas sérias e tem o objetivo de construir uma legislação coerente com o atual patamar produtivo do Brasil, de forma a ressaltar a sustentabilidade das atividades, principalmente as agropecuárias”, declarou o parlamentar.
Goellner acredita que toda a sociedade deve debater o novo código ambiental, tomar ciência dos prejuízos que a legislação atual impõe ao setor produtivo, e conhecer a realidade da dicotomia que existe entre preservação e desmatamento.
“O agricultor é sempre visto como o principal desmatador, e a população urbana não percebe a dimensão da pressão das cidades sobre o meio ambiente; a expansão imobiliária, por exemplo, avança sem limites sobre os biomas, principalmente sobre a Mata Atlântica, na região Sudeste.”
Para o senador, o ministro “deixa de ser interlocutor para as questões ambientais” entre o governo e o setor produtivo, que é representado pela bancada. “Neste momento, o presidente Lula deve adotar medidas urgentes e organizar uma articulação política competente sobre a modernização do Código Ambiental. Não estamos tratando do assunto com irresponsabilidade. O modelo de código ambiental que a Frente Parlamentar de Apoio à Agropecuária está propondo tem bases técnicas e científicas sérias e tem o objetivo de construir uma legislação coerente com o atual patamar produtivo do Brasil, de forma a ressaltar a sustentabilidade das atividades, principalmente as agropecuárias”, declarou o parlamentar.
Goellner acredita que toda a sociedade deve debater o novo código ambiental, tomar ciência dos prejuízos que a legislação atual impõe ao setor produtivo, e conhecer a realidade da dicotomia que existe entre preservação e desmatamento.
“O agricultor é sempre visto como o principal desmatador, e a população urbana não percebe a dimensão da pressão das cidades sobre o meio ambiente; a expansão imobiliária, por exemplo, avança sem limites sobre os biomas, principalmente sobre a Mata Atlântica, na região Sudeste.”
(informações: Guida Gorga/Fernanda Machado - Assessoria Senador Gilberto Goellner)
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